Conheça 6 mulheres que transformaram a educação

Conheça 6 mulheres que transformaram a educação

Com papel fundamental, elas enfrentaram limitações como sexismo, preconceito e violência, tornando-se referências no Brasil e no mundo.

Encerrando o mês de homenagem às mulheres, reunimos neste post um pouco da trajetória inspiradora e marcante de Antonieta de Barros, Débora Seabra, Maria Montessori, Malala Yousazfai, Dorina Nowill e Mariazinha Fusari. 

Elas enfrentaram grandes desafios para romper limitações impostas ao fazer educacional de suas épocas.

Assim como nossas homenageadas já conhecidas, muitas mulheres provam que a presença feminina ocupa lugares diversos, amplos e significativos na construção de uma sociedade melhor a partir de diferentes vias da educação.  

De acordo com dados da Sinopse Estatística da Educação Básica 2021, as mulheres representam 79,28% da docência no ensino básico nacional. 

Esse percentual é ainda mais elevado na educação infantil: mulheres representam 97,26% do corpo docente em creches e 94,42% nas pré-escolas. 

No entanto, na educação superior, onde se concentram os melhores salários, o número reduz consideravelmente: professoras representam apenas 46,81% da docência. Os dados são da Sinopse Estatística do Ensino Superior 2020, o mais recente dado divulgado até agora.

É nesse cenário histórico e estrutural de disparidades, que grandes mulheres enfrentaram e ainda enfrentam desafios para construir novos caminhos da educação, olhando para a inclusão, a acessibilidade, os direitos humanos e a transformação social.

Conheça mais sobre a trajetória das representantes que escolhemos para homenagear:

Antonieta de Barros

Jornalista, professora e política brasileira, Antonieta foi uma das primeiras mulheres eleitas no Brasil e a primeira negra brasileira a assumir um mandato popular. Tendo contribuído no parlamento, na imprensa e no magistério, foi uma ativa defensora da emancipação feminina e de uma educação de qualidade para todos, sendo ela quem criou o Dia do Professor – comemorado todo 15 de outubro.

Honesta, enérgica e humana, era respeitada e admirada por seu espírito de justiça. Tinha voz numa época em que as mulheres eram silenciadas.

Débora Seabra

É a primeira professora com síndrome de Down no Brasil. Ela, que na época do curso de magistério fez greve para não entrar na sala de aula enquanto não fosse aceita como igual, rompeu o preconceito lutando e mostrando o poder da inclusão. 

A professora já rodou o Brasil e foi a outros países, como Argentina e Portugal, para dar palestras sobre o combate ao preconceito na sala de aula. Em 2013, lançou seu primeiro livro “Débora Conta Histórias”, recheado de fábulas infantis que tratam de forma sutil a tolerância, respeito e amizade. Em 2014 discursou nos Estados Unidos, em um evento na Organização das Nações Unidas (ONU). 

Em 2015, Debora Seabra ganhou o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação, sendo a primeira pessoa com síndrome de Down a receber essa honraria. Já nas Paralimpíadas Rio 2016, ela foi a escolhida para a condução da tocha Olímpica. 

A professora também já recebeu a Medalha Tiradentes, maior honraria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), e o Prêmio CLAUDIA na categoria Trabalho Social. Em 2019, a Turma da Mônica a homenageou no projeto Donas da Rua.

Maria Montessori

Foi uma educadora, médica e pedagoga. É conhecida pelo método educativo que desenvolveu e que ainda é usado hoje em escolas públicas e privadas.

Destacou a importância da liberdade, da atividade e do estímulo para o desenvolvimento físico e mental das crianças. Foi representante do movimento da Educação Nova, conseguindo desenvolver suas teorias de modo amplo e abrangente. Seu método pedagógico foi implementado considerando a criança, o ambiente e o educador, tendo como foco a educação sensorial – a base da educação intelectual.

Malala Yousazfai

Militante dos direitos das crianças, a jovem paquistanesa foi vítima de um atentado por defender o direito das meninas de ir à escola. Com 17 anos, foi a mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz.

Malala se tornou mundialmente conhecida em 2012, quando foi baleada na cabeça por radicais do Talibã na saída da escola. Ela estava no ônibus escolar e a motivação foi a luta da garota pelo direito à educação das meninas e adolescentes do Paquistão. 

Em 2013, quando comemorou 16 anos, Malala foi para Nova Iorque, onde falou para uma plateia de representantes de mais de 100 países na Assembleia de Jovens das Nações Unidas. Ainda neste ano, sua história foi publicada na autobiografia “Eu Sou Malala”. 

Ela também criou um fundo para promover a educação para meninas no Paquistão, e recebeu o Prêmio Sakharov, dado pelo Parlamento Europeu. Em 2014 recebeu o Prêmio Nobel da Paz, tornando-se a mais jovem ganhadora da premiação. Em 2020, com 22 anos, concluiu a faculdade de Filosofia Política e Economia, pela Universidade de Oxford.

Dorina Nowill

Foi uma educadora, filantropa e administradora brasileira. Educadora de formação, Dorina trabalhou intensamente para a criação e implantação de instituições, leis e campanhas em prol dos deficientes visuais, sendo reconhecida e premiada diversas vezes pelo seu trabalho.

Dorina ficou cega aos 17 anos em virtude de uma infecção ocular. A cegueira, contudo, não a impediu de seguir carreira na área da educação. Concentrou seus esforços na fundação da primeira imprensa Braille de grande porte no Brasil. Também se voltou à regulamentação da educação para cegos. 

Na Secretaria de Educação de São Paulo, foi responsável pela criação do Departamento de Educação Especial para Cegos, e em 1961, graças a seu empenho, o direito à educação ao cego virou lei. Em 1981, ano Internacional da Pessoa Deficiente, ela foi convidada e falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, como representante brasileira. Em 2009, Dorina foi considerada pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano.

Mariazinha Fusari

Foi arte-educadora, cofundadora do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da Universidade de São Paulo (USP). Por meio de seus projetos de pesquisa no campo da relação entre mídia e infância, colaborou para a ampliação do diálogo entre os campos de conhecimento da comunicação e da educação. 

Hoje, Fusari é considerada um dos principais nomes da educomunicação no Brasil.

Inovação e oportunidade: 4ª edição da Campus Party Brasília

Inovação e oportunidade: 4ª edição da Campus Party Brasília

Reunindo um público de 70 mil pessoas, evento é oportunidade de conexão com tendências de tecnologia e empreendedorismo

Com programação presencial e online, a Campus Party Brasília é evento de destaque para os amantes de tecnologia, inovação e empreendedorismo. 

Dividido em atividades gratuitas e pagas, o evento será realizado neste ano entre os dias 23 e 27 de março, no Estádio Mané Garrincha. Com expectativa para mais de 70 mil participantes, a Campus Party Brasília reunirá estudantes, professores, empresários, empreendedores e curiosos do mundo geek. 

Atrações

Para as atividades gratuitas, a Campus Party Brasília contará com palco de empreendedorismo, com a presença do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), contando com palestrantes abordando o tema. 

Integram ainda as atividades gratuitas as arenas de drones e os campeonatos de jogos digitais. 

Já entre as atividades reservadas ao público pagante, a Campus Party Brasília trará 4 palcos com conteúdos relacionados a programação, games, entretenimento e tecnologia em geral, incluindo um dos temas mais em alta no momento: o metaverso. 

Entre os palestrantes de destaques estão Fabiano de Abreu, membro da Federação Europeia de Neurociências e da Sociedade Portuguesa e Brasileira de Neurociências. 

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores especialistas da área, o pesquisador já esteve no nosso canal do Youtube falando sobre o tema Inteligência x Internet: Comportamento Humano, ansiedade e equilíbrio. Vocè pode conferir esse encontro abaixo:

O Evento também contará com a presença de Jordan Soles, VP de desenvolvimento e tecnologia na Rodeo FX, que gerenciou aspectos tecnológicos e criativos de séries como Game of Thrones e Stranger Things

A Campus Party Brasília também deve receber cerca 3 mil participantes na área de camping.

Por quê devo participar?

Sendo um dos maiores eventos de tecnologia e empreendedorismo do Brasil, a Campus Party Brasília é uma oportunidade única de se conectar com o que há de mais avançado na área no momento.

O evento também traz a chance de conhecer pessoas da área e fazer conexões importantes, tanto do ponto de vista acadêmico quanto profissiona

Para saber mais detalhes do evento, visite o site da Campus Party Brasília, clicando aqui. Já para compra de ingressos, você pode clicar aqui.

É importante lembrar que, devido a COVID-19, o evento segue com protocolos de segurança sanitária. Nesse sentido, só é permitido participar presencialmente com comprovante de vacinação ou exame PCR ou antígeno negativo nas últimas 48 horas.

A psicologia como suporte essencial ao setembro amarelo

A psicologia como suporte essencial ao setembro amarelo

A psicologia como suporte ao setembro amarelo

O fim do Setembro Amarelo e a psicologia

O mês do Setembro Amarelo está acabando e com ele fica a importância da psicologia para o combate ao suicídio.

Claro que, com o apoio simbólico do mês, vamos retomando, a cada ano, a importância de se atentar aos sinais das doenças da mente, mas devemos estar atentos e conscientes o ano todo.

A importância da psicologia e os cuidados com as orientações

Entre ficar atento aos sinais que levam alguém a cometer suicídio e orientar a mesma, a regra deve ser clara: por mais que tenhamos que dar apoio, a orientação cabe ao profissional.

A campanha, por mais que nos conscientize sobre estarmos atentos às características que acometem um potencial suicida, também alerta sobre a busca de profissionais qualificados para o tratamento adequado.

A disposição em identificar em um familiar, amigo ou conhecido é diferente da disposição e qualificação em orientar o mesmo.

O que queremos alertar é que, na maioria das vezes, cada pessoa reage de uma forma, de acordo com sua própria subjetividade, no momento de orientar alguém que possa estar passando por uma situação difícil.

Vemos muitos casos onde o conselho é “você tem que sair dessa”, ou “você precisa ser forte”, ou mesmo orientações que vão para cunho religioso/espiritual, deixando de lado o conhecimento que é realmente necessário para o tratamento.

De forma alguma queremos dizer que a busca espiritual, ou um ombro amigo e familiar não tenham potenciais para um possível suporte, pelo contrário, ter com quem contar é muito importante.

Mas até certo ponto cabe a todos compreender que ajuda profissional de um psicólogo é o caminho correto para o tratamento ou prevenção ao suicídio, já que este profissional tem as qualificações mais adequadas para isso.

Com o suporte de um médico psiquiatra, se necessário, e do psicólogo, acreditamos que o caminho para a recuperação e para prevenção ao suicidio pode ser trilhado de forma correta.

Por isso, queremos encerrar o Setembro Amarelo com esta reflexão: Aconselhar com cautela e orientar a pessoa à ajuda profissional.

O socorro especializado existe, queremos que todos possam fazer sua parte até o ponto que pode ser feito e, a partir daí, orientar o suicida ao tratamento especializado com um psicólogo.

A psicologia como profissão essencial à sociedade

A Psicologia é uma profissão essencial à sociedade e busca a compreensão acerca do ser humano e de sua história, autodescoberta e a compreensão sobre as suas dificuldades.

Como citamos no texto, o psicólogo é o profissional mais qualificado para lidar com  casos de possíveis suicidas.

O mercado de trabalho para o curso de Psicologia é promissor devido a atual conjuntura social em que estamos passando. O psicólogo pode atuar desde a clínica até um departamento de recursos humanos.

Para quem vai estudar Psicologia, é importante estar atento ao mercado de trabalho. 

Se você tem vontade de estudar psicologia e contribuir de forma positiva para a sociedade como psicólogo, conheça o curso de Psicologia do Centro Universitário Brasília de Goiás.

 

Contamos com uma metodologia de ensino alinhada com as últimas tendências, além de um corpo docente de primeira e excelentes laboratórios.

Venha conferir as vantagens de se fazer Psicologia no Centro Universitário Brasília de Goiás!

Poliana Sousa: Uma trajetória de sucesso nos JOGOS PARALÍMPICOS!

Poliana Sousa: Uma trajetória de sucesso nos JOGOS PARALÍMPICOS!

Poliana Sousa: Uma trajetória de sucesso nos JOGOS PARALÍMPICOS!

Assim como os jogos olímpicos, os jogos paralímpicos também finalizaram e não poderíamos deixar este grande acontecimento passar sem reiterar a importância dos mesmos para as pessoas com deficiência.

Uma breve história sobre os Jogos Paralímpicos

Há mais de sete décadas, após a Segunda Guerra Mundial, vários ex-combatentes precisavam de conviver com lesões recorrentes da guerra. 

O neurocirurgião Ludwig Guttmann, que trabalhava em um hospital na Grã-Bretanha, ajudava os veteranos a se recuperar, e os ajudava a aprender a lidar com as dificuldades que as deficiências traziam. 

Ludwig Guttmann percebeu que uma boa parcela dos pacientes morriam um ano após sofrerem as lesões, a maioria delas na coluna vertebral. Foi então que o médico decidiu utilizar o esporte como ferramenta de reabilitação aos ex-combatentes, e percebeu que a expectativa de vida aumentara nos pacientes.

Em 1948, Guttmann organizou uma competição para 16 homens e uma mulher com deficiência. A partir da visibilidade desses jogos, os primeiros jogos paralímpicos aconteceram em 1960, na cidade de Roma, trazendo atletas de 23 países.

Jogos paralímpicos: Inclusão, representatividade e conquista das pessoas com deficiência

Os Jogos Paralímpicos retomam a importância da representatividade e das conquistas das pessoas com deficiência, retomando debates e reflexões sobre o papel das pessoas com deficiência na sociedade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) assinaram um documento se comprometendo a ajudar na promoção e na inclusão das pessoas com deficiência no esporte e na saúde em todos os lugares do mundo.

Chegar ao patamar de competir no maior evento esportivo do planeta, diz muito sobre capacidades e principalmente sobre estarem bem resolvidos sobre suas deficiências.

Os Jogos Paralímpicos reforçam, mais vez, como já dissemos, o poder da empatia, da determinação e do esforço de cada pessoa com deficiência, fazendo com que a visibilidade adquirida pelos atletas traga mais oportunidades em todos os âmbitos sociais.

Outro ponto importante é lembrar que durante o período entre os jogos vários esportistas tiveram que se dedicar a outros trabalhos para se manter.  Já outros atletas de altíssimos níveis melhorando suas marcas pq tinham onde recorrer!

“Eu acredito de verdade que vamos melhorar muito, muito mesmo no decorrer destes 3 anos até Paris e lá, ah, ninguém vai me segurar!” Destacou a atleta paralímpica Poliana Sousa, aluna da Faculdade de Talentos Humanos – FACTHUS.

Outro ponto a se tratar sobre o apoio aos esportistas é a Lei do Incentivo ao esporte. Por meio dessa lei, sancionada em 2007, pessoas físicas e jurídicas podem apoiar o esporte por meio de doações e patrocínios. Em troca, parte desses valores será abatida de seu Imposto de Renda. 

Vale ressaltar que as pessoas com deficiência já têm o seu lugar na sociedade, fazendo parte de todos os segmentos sociais e mercadológicos. Isso prova que este poder de superação é motivo de aplausos diários, não somente nos jogos paralímpicos.

Jogos paralímpicos: Inclusão, representatividade e conquista das pessoas com deficiência

O Ecossistema Brasília Educacional tem orgulho de ter como aluna a atleta Poliana Sousa!

Estudante de Direito na Faculdade de Talentos Humanos – FACTHUS, em Uberaba, Poliana Souza é atleta e recordista em lançamento de dardos e representou o atletismo brasileiro nas Paralimpíadas de Tóquio 2020.

Competindo nas modalidades de arremesso de peso e lançamento de dardo, Poliana chegou a conquistar o 7º lugar em arremesso de peso.

Com muita alegria, Poliana publicou no Instagram: “Aloo meu Brasil… terminamos em 7° lugar a prova de arremesso do Peso, dela faço meu trampolim, muito aprendizado, contratempos acontecidos mas que serão ajustados ! Agora é virar a chavinha que logo logo tem mais 👊🏼”

Saiba que temos orgulho de tê-la em nosso time de alunos e que você já é o primeiro lugar para nós só de representar as pessoas pessoas com deficiência e inspirar todos a irem além! Parabéns, Poliana.

Sucesso sempre! E, desde já, Paris 2024 que te aguarde, pois o pódio já é seu!

Atenção aos sinais: Uma breve reflexão sobre o Setembro Amarelo

Atenção aos sinais: Uma breve reflexão sobre o Setembro Amarelo

Atenção aos sinais: Uma breve reflexão sobre o setembro amarelo.

O mês de Setembro chegou e com ele o momento de pararmos para refletir sobre seu significado para a sociedade atual.

Com o intuito de valorizar a vida e prevenir os autos índices de suicídio, a campanha “Setembro Amarelo” chega, mais uma vez, para tratar de um assunto que ainda é um tabu social, mas que carrega consigo números alarmantes.

Durante este mês vamos tentar tratar do assunto, com reflexões e conteúdos exclusivos produzidos pelo Brasília Educacional, direcionados por profissionais qualificados, para inflar e conscientizar ainda mais sobre a importância deste período.

Setembro Amarelo: Uma breve reflexão sobre trajeto e sinais

Durante qualquer percurso é importante estar atento ao caminho.

É importante também estar atento a quem também caminha ao seu lado. De alguma forma, entre ir e vir, entre começar e finalizar algo, vamos deixando sinais pelo caminho: abraços, sorrisos, histórias e crises.

Dentro de toda essa subjetividade de cada um, é preciso estar atento a estes sinais: Sobre o abraço que pede ajuda, o sorriso que esconde o choro, a história que não deveria ter acontecido ou a crise que não foi superada.

Falar sobre dar valor à vida é falar, ao mesmo tempo, que existe uma predisposição ao abandono da vontade da vida.

Se durante o seu percurso, alguém passa por você e, de alguma forma, deixa algum sinal que é incompatível com esse percurso, é hora de ficar atento ao outro.

Desde pequeno aprendemos as cores do semáforo. Elas acompanham e cuidam para que o trajeto diário de cada um não colida. 

Cada luz, cada cor significa algo e, se fizermos um paralelo sobre o mesmo percurso que citei no começo desta breve reflexão, notamos como cada cor faz jus a algum momento da nossa vida.

Existem momentos em que precisamos parar um pouco, existem momentos em que precisamos seguir em frente e existe um momento, entre estes dois, que é o de dar atenção: Sinal Amarelo. Para você ou para o outro.

Uma breve história sobre a campanha ‘Setembro Amarelo’

A campanha surgiu em 1994, nos Estados Unidos. Mike Emme, na época, com apenas 17 anos, cometeu suicídio. O jovem, que era bastante habilidoso, restaurou um Mustang 68 e pintou o automóvel de amarelo.

A família e os amigos do rapaz não perceberam seus problemas psicológicos e, por isso, não conseguiram salvá-lo. 

Durante o velório, pessoas próximas a Mike montaram uma cesta com muitos cartões e fitas amarelas. A seguinte mensagem se destacou na homenagem ao garoto: “Se precisar, peça ajuda”.

A história de Emme foi o estopim para o movimento. Nesse contexto, o laço amarelo acabou sendo escolhido como símbolo da prevenção e da luta contra o suicídio. 

No Brasil, o Setembro Amarelo foi adotado oficialmente em 2015, em parceria do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Como as olimpíadas nos inspiraram a seguir um objetivo profissional?

Como as olimpíadas nos inspiraram a seguir um objetivo profissional?

Como as olimpíadas nos inspiraram a seguir um objetivo profissional?

As olimpíadas chegaram ao fim e é inevitável o sentimento que temos ao ver os jogos olímpicos, principalmente quando a medalha vem representada por um brasileiro ou brasileira.

Quem nunca falou pra si mesmo: “Nossa! Queria ter feito esse esporte”, ou “Eu não sabia como era interessante a vida de tal espostista”.

Lembrando que nunca é tarde para começar algum esporte, pelo contrário, é recomendado pelos médicos fazer qualquer tipo de exercício físico.

Lições para se alcançar seu objetivo profissional

Mas o que fica de lição sobre tudo isso é a empatia sobre o que se faz, a determinação para se fazer algo e a certeza de colher os frutos do esforço que se coloca sobre algo.

E sobre cada uma dessas palavras que, pensando bem, podemos projetar lições para o dia-a-dia para que possamos alcançar qualquer objetivo profissional.

A empatia te leva a seu objetivo profissional

Entender o que se faz, gostar do que se faz e respeitar o que se faz é o caminho para enfrentar qualquer obstáculo que venha pela frente.

Muitas vezes a palavra de outro sobre algum sonho seu faz com que as energias sobre aquele objetivo caiam por terra e você seja consumido pelo desestímulo.

Por isso, respeitar e dar valor ao que se faz é o maior escudo para que você possa continuar caminhando.

Não existe objetivo profissional sem determinação

É sobre cair e levantar, é sobre não dar certo de primeira e ter forças para tentar mais de uma vez. Determinação é sobre isso.

Continuar depois de cair é ter atitude e isso te torna um diferencial, seja em sua vida acadêmica ou no caminho de seu objetivo profissional.

Seu objetivo profissional depende do seu esforço diário

“As coisas não caem do céu!”. Provavelmente você já deve ter ouvido isso de alguém e significa, literalmente, que, se você busca um objetivo profissional, o esforço diário vale cada centavo.

Desafiar as habitualidades exige, como dito anteriormente, determinação e o esforço diário anda de mãos dadas com a determinação.

É hora de trilhar o caminho para seu objetivo profissional

É hora de começar o que ainda não começou e terminar o que começou. Deixar fluir estas responsabilidades como um esportista faz, e resgatar o mapa que te leva a alcançar seu objetivo profissional

As olimpíadas nos inspiram a tentar sermos pessoas melhores, nos inspiram a alcançarmos nossos sonhos profissionais e, principalmente, trazer orgulho a nós mesmos e a quem acredita em nossos potenciais.

Seu objetivo profissional mais próximo com o Centro Universitário UniBRASÍLIA de Goiás

As olimpíadas te levam a acreditar no melhor que tem e você e o Centro Universitário UniBRASÍLIA de Goiás quer fazer parte deste processo.

Essa é a hora de ter determinação e começar e ir rumo ao seu objetivo profissional.

Para você que ainda não começou seu curso superior, confira nossos cursos e dê o primeiro passo para o sucesso profissional.

Se você já deu o primeiro passo e está desestimulado, confira nosso programa de transferência e resgate a empatia que você tem sobre sua graduação.

Inscreva-se Gratuitamente

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